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quinta-feira, 28 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Para quando falarmos das guerras - Alipio Freire
Quando falarmos das guerras
sejamos contidos
A simples emoção só ampliará os conflitos.
Quando falarmos das guerras
baixemos o tom
milhões de filhos de trabalhadores e do povo morrem nas trincheiras
por causas que não são suas.
Quando falarmos das guerras
falemos com recato
Para não acordarmos os meninos que dormem
nas frentes de batalha.
Respeitemos seu último sono.
Quando falarmos das guerras
falemos com todo respeito
Para transformamos o desespero de mães, viúvas e órfãos
em gritos de paz.
Quando falarmos das guerras
não esqueçamos que o inimigo é a guerra
Os nossos únicos companheiros
são os povos.
Quando falarmos das guerras
falemos da igualdade entre os homens
Comecemos por apagar as fronteiras nacionais.
Quando falarmos das guerras
Lembremos que o inimigo alimenta os dois lados
É o capital.
Quando falarmos das guerras
Lembremos que só há uma trincheira legítima
A de nos negarmos a combater.
Quando falarmos das guerras
saquemos nossa melhor arma
A bandeira da paz e do socialismo.
Falar das guerras é o avesso
de falarmos da Revolução
Embora nossos companheiros e palavras-de-ordem
sejam sempre os mesmos.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
“Acho que não precisava ser assim. É tudo tão forte, tão profundo, tão bonito, não precisava doer como dói. Eu não podia apenas sorrir quando me lembrasse de você? Mas acontece tipo assim: lembro do seu rosto, do seu abraço, do seu cheiro, do seu olhar, do seu beijo e começo a sorrir, é assim mesmo, automático, como se tivesse uma parte do meu cérebro que me fizesse por um instante a pessoa mais feliz do mundo, mas que só você, de algum modo, fosse capaz de ativar. Eu sei, é lindo. Mas logo em seguida, quando penso em quão longe você está sinto-me despedaçar por inteiro. Sabe a sensação de arrancar um doce de uma criança? Pois é, sou essa criança. E dói. Uma dor cujo único remédio é a sua presença. Então sigo assim, penso em você, sorrio, sofro e rezo, peço pra Deus cuidar da gente, amenizar essa dor e trazer logo a minha cura.”
Caio Fernando Abreu
domingo, 10 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Sombras do Lixo – Artista Cria imagens inacreditáveis com projeções de luz em pilha de lixo
A frase que diz “o lixo do homem, é o tesouro de outro homem“, faz todo sentido para a arte do casal inglês Tim Noble e Sue Webster, eles criaram uma nova modalidade de arte utilizando lixo e a projeção de luzes.
É surpreendente imaginar que a silhueta perfeita é criada a partir de uma pilha de lixo e este contraste é exatamente deixa a arte tão incrível.
O trabalho de Tim e Sue foi uma iniciativa tão bem vista e elogiada artisticamente que foi incluído na exposição “Apocalipse: a beleza e o horror” na Academia Real de Arte Contemporânea.
É incrível ver o crescimento de arte e obras interessantes que nascem de uma ideia simples como reutilizar o lixo.
Fonte : Coletivo Verde
Lindas esculturas de animais feitas com galhos secos
A artista cria suas esculturas utilizando como matéria-prima madeiras e galhos secos que recolhe em florestas e bosques. Heather evita ao máximo esculpir ou modificar os galho que encontra afim de preservar sua textura original e que para cada uma de suas esculturas se torne única e orgânica.
A artista vende suas esculturas para todo o mundo via site. Para aqueles que estão preucupados com o tamanho das criações não se preucupe, a artista também desenvolve peças com tamanho reduzido.
Gostou? Visite : eco4planet
sábado, 19 de março de 2011
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e-mail : nandapolly.alp@gmail.com
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